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Cármen Lúcia vota no Santo Agostinho no segundo turno em BH

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Cármen Lúcia vota no Santo Agostinho no segundo turno em BH
Imagem ilustrativa: Edmond Dantès/Pexels

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia votou na manhã deste domingo (25/10), no segundo turno da eleição presidencial, no Colégio Santo Agostinho, na Rua Aimorés esquina com a Avenida Amazonas, na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

Ela chegou à seção eleitoral às 8h08, acompanhada do presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga, e do diretor-geral do TRE-MG, Rodolfo Pacheco. A ministra ficou na fila, no corredor do colégio, durante nove minutos, das 8h14 às 8h23, e seguiu para a urna às 8h24, na 91ª seção da 33ª Zona Eleitoral.

No local, cumprimentou eleitores, posou para fotos, recebeu abraços e beijos e conversou com quem a abordou. Também agradeceu aos profissionais que atuavam na votação. Aos jornalistas, brincou que, quando se aposentar, vai advogar sem cobrar: "Quando eu me aposentar, vou advogar 'pro bono'".

Defesa de eleição tranquila

Ao chegar para votar, a ministra defendeu que o pleito transcorra em clima de tranquilidade e respeito à escolha de cada eleitor. "Que as eleições sejam tranquilas, de forma democrática, que cada um vote em quem quiser e vença o candidato com o maior número de votos", afirmou.

O desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga desejou "um bom domingo a todos, num dia de festa da democracia" e enalteceu o papel de todos "que vieram antes, os antepassados", que lutaram para que este momento se tornasse possível.

Trajetória no Judiciário

Natural de Montes Claros, no Norte de Minas, Cármen Lúcia Antunes Rocha é ministra do STF desde junho de 2006, quando foi indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela se tornou a segunda mulher a integrar a mais alta Corte do país, depois de Ellen Gracie.

Formada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) em 1977, é mestre em Direito Constitucional pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e especialista em Direito de Empresa pela Fundação Dom Cabral. Antes de assumir a cadeira no STF, foi procuradora-geral do Estado de Minas Gerais, durante o governo de Itamar Franco, e professora de Direito Constitucional na PUC-MG.

Presidiu o STF entre 2016 e 2018 e foi a primeira mulher a comandar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), função que exerceu entre 2012 e 2013. Em 2024, voltou à presidência da Corte Eleitoral, responsável pela organização e fiscalização das eleições municipais daquele ano.

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Bairros nesta matéria: Santo Agostinho

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