Suspeito de matar homem a tiros em Santa Luzia é preso na Grande BH
Homem de 33 anos foi preso suspeito de executar um homem de 41 anos a tiros no bairro Industrial Americano, em Santa Luzia, na Grande BH.

Um homem de 33 anos foi preso na noite desta quinta-feira (1º) suspeito de executar a tiros um homem de 41 anos no bairro Industrial Americano, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O crime ocorreu na quarta-feira (30), na rua Chile, e foi gravado por uma câmera de segurança. A prisão aconteceu na rua Coronel Silvério Nogueira, também no Industrial Americano.
Como o crime foi registrado
As imagens de vigilância mostram o autor dos disparos, encapuzado, saindo de um imóvel e perseguindo duas pessoas que caminhavam pela rua. Ele atira contra a vítima. Uma testemunha relatou aos militares que caminhava ao lado do homem, conversando, quando o suspeito se aproximou e começou a atirar, sem dizer nada antes. Assustada, a testemunha fugiu por outra rua e não soube informar se a vítima tinha envolvimento com o tráfico de drogas, relatando apenas que o homem era usuário.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou a morte da vítima. A perícia da Polícia Civil de Minas Gerais identificou um ferimento por disparo na região da clavícula e recolheu várias cápsulas de munição calibre 9 mm no local.
Prisão e investigação
O suspeito foi detido por militares do Grupamento Especializado em Recobrimento (GER) da Polícia Militar. Segundo a PMMG, informações levantadas durante as diligências e declarações prestadas pelo próprio preso apontam que o homicídio estaria relacionado a conflitos entre organizações criminosas, tendo sido determinado por uma liderança atuante na região. Ao ser detido, ele declarou participação na execução e mencionou a atuação de um segundo suspeito, que ainda é procurado. Ele não indicou aos policiais o local onde estaria a arma utilizada no crime.
Há divergência entre as informações sobre a motivação do crime. Uma das versões aponta que a execução teria ocorrido por conta de dívidas adquiridas pela compra de drogas. O caso segue em investigação.


