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Corpos de PMs mortos em queda de avião são levados ao IML de BH

Três policiais militares morreram na queda de uma aeronave da PMMG em Santana do Paraíso, no Vale do Aço. Corpos passam por exames periciais em BH.

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Corpos de PMs mortos em queda de avião são levados ao IML de BH
Imagem ilustrativa Na Savassi/IA

Os corpos dos três policiais militares mortos na queda de uma aeronave da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IMLAR), em Belo Horizonte, onde passam por exames periciais. O acidente ocorreu na tarde de sexta-feira (9), nas imediações do Aeroporto Regional do Vale do Aço, em Santana do Paraíso, no Vale do Aço, às margens do km 43 da BR-458.

As vítimas são o tenente-coronel Luis Silvestre, comandante do Esquadrão de Aviões do Comando de Aviação do Estado (Comave), e as tenentes Gabriela Emília Soares Lacerda Resende e Alice Almeida. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que deslocou equipe de perícia oficial ao local da queda e que os corpos "estão sendo submetidos aos exames periciais cabíveis".

Como ocorreu o acidente

A aeronave, um bimotor turbo-hélice Beechcraft Super King Air 300, de prefixo PP-EJO, conhecida como Pégasus 17, decolou do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, às 15h16 de sexta-feira. O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) foi acionado para atender à ocorrência por volta das 16h20.

Há divergência entre as informações sobre o momento exato da queda. Uma das versões indica que o avião pousou no Aeroporto Regional de Ipatinga às 15h59 e caiu próximo ao terminal após uma nova decolagem. Outra aponta que a aeronave caiu em um lote na cabeceira da pista do aeroporto. Quando as equipes chegaram ao local, os tripulantes já estavam sem sinais vitais.

Voo de rechecagem

Segundo a corporação, os três ocupantes estavam em um voo de rechecagem anual de habilitação, procedimento previsto no plano de treinamento operacional da PMMG, destinado a avaliar a capacidade técnica dos pilotos. A PMMG afirmou que a manutenção e as revisões da aeronave estavam em dia, assim como as habilitações dos pilotos, e que a documentação do avião estava regularizada até abril de 2027. A corporação também informou que a aeronave havia passado por modernização de equipamentos e sistemas, processo conhecido como retrofit, e que ainda é cedo para apontar as causas do acidente.

Investigação e desdobramentos

As causas e circunstâncias da queda serão apuradas pela PCMG e pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), no âmbito de suas respectivas atribuições. Até o momento, não há informações sobre velórios e sepultamentos.

O avião era utilizado pela PMMG em missões de segurança, transporte de tropas especiais e autoridades, além do transporte aeromédico de órgãos para transplantes.

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