Parque Burle Marx tem contação de histórias; Parque Municipal recebe bikes antigas
Programação gratuita no Barreiro reúne teatro e leitura para crianças no domingo; no sábado, Parque Municipal expõe bicicletas antigas.

Belo Horizonte terá duas programações gratuitas neste fim de semana, em regiões diferentes da cidade. No domingo (27), o Parque Ecológico Roberto Burle Marx, no Barreiro, recebe a segunda edição do Quintal de Histórias e Brincares, das 9h às 12h. No sábado (26), o Parque Municipal Américo Renné Giannetti, na Região Central, sedia o primeiro encontro de bicicletas antigas, das 15h às 18h.
Quintal de Histórias e Brincares no Barreiro
A programação no Parque Burle Marx combina música, leitura, dança, teatro e brincadeiras ao longo da manhã, voltada para crianças e famílias. A entrada é gratuita.
As atividades começam às 9h com Raquel Anastácio, que conduz o Toca Bebê, vivência musical voltada para bebês. Às 10h, a Cia. Pé de Moleque apresenta Primeiras Leituras, com jogos corporais, canções e livros. Às 11h, a Cia. Ananda apresenta o espetáculo itinerante Andanças Urbanas, que combina dança, música e jogos teatrais e percorre diferentes áreas do parque.
Durante toda a manhã, o público também pode participar da Biblioteca DeFora, de mediações de leitura, de troca de livros e gibis e de momentos de brincadeira livre, além de cirandas e parlendas.
Exposição de bicicletas antigas no Parque Municipal
No sábado (26), o Parque Municipal recebe o primeiro encontro de bicicletas antigas, com exposição de acervos de colecionadores. O evento marca a refundação do antigo Velo Club de BH, criado em 1898, nos primeiros anos da capital mineira, para a prática esportiva do ciclismo.
Segundo um dos fundadores da nova edição da associação, Urbano Lima, havia um velódromo no Parque Municipal onde se praticavam corridas de bicicleta, em pista localizada no entorno da região onde hoje está o coreto. Refundar o clube no mesmo lugar de sua criação é, segundo ele, um resgate da história da cidade.
“Estamos voltando ao ponto de origem. Nossa intenção é manter essa memória, mas agora com um olhar de promoção da cultura do ciclismo e da ocupação da cidade pela preservação e uso das bicicletas antigas”, afirma. “Queremos que a população de Belo Horizonte e de Minas Gerais se aproximem dessa cultura. Por isso, vamos realizar uma série de atividades, como essa exposição”, complementa.
Outro objetivo do clube é reunir colecionadores de bicicletas antigas dispersos geograficamente. “Vamos congregar os amantes do ‘antigo ciclismo’”, defende Urbano Lima.
Os visitantes encontrarão mais de 30 exemplares das décadas entre 1930 e 2000, com modelos europeus, entre inglesas (Philips, Raleigh, Rudge, Hércules), alemãs (Adler), austríacas (Steyr), holandesas (Gazelle), francesas (Juery) e suecas (Monark), além dos brasileiros Gulliver, Mercswiss e Caloi. A exposição ocorre em frente ao Teatro Francisco Nunes, com entrada aberta ao público.
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