Festival de Dança do Superar ocupa Teatro Francisco Nunes em 5 de novembro

O Teatro Francisco Nunes, no Parque Municipal, recebe na quinta-feira 5 de novembro o 19º Festival de Dança do Programa Superar. Com o tema "Elas fazem história", o evento celebra o protagonismo feminino por meio da dança e valoriza a diversidade, a inclusão e a participação de pessoas com deficiência. A apresentação tem início previsto para as 19h e duração aproximada de uma hora e meia.
A entrada é gratuita, sem necessidade de retirada antecipada de ingressos. O teatro tem capacidade para 500 pessoas e o acesso estará sujeito à lotação do espaço.
Quem se apresenta
Ao todo, 71 alunos e alunas vão se apresentar ao som de diferentes estilos musicais, em homenagem a grandes nomes da música brasileira. O repertório inclui samba, funk, Música Popular Brasileira (MPB), axé e sertanejo.
Os participantes representam três instituições: 52 alunos e alunas do Programa Superar, promovido pela Prefeitura de BH; 14 da Escola Oficina de Dança Inclusiva, localizada no Bairro Sagrada Família; e cinco da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).
Ensaios e inclusão
Os ensaios são realizados há quase três meses e reúnem pessoas com diferentes tipos de deficiência (física, intelectual, visual, auditiva e múltipla), além de pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). Entre os participantes estão usuários de cadeira de rodas, o que reforça o caráter inclusivo do festival, que contempla pessoas com diferentes necessidades e condições.
Homenagem às mães atípicas
A coordenadora da equipe de dança do Programa Superar, Flávia Temponi, destaca que o tema desta edição busca valorizar a presença e a participação das mulheres em todos os setores da sociedade. A proposta também presta homenagem às mães atípicas, que dedicam parte significativa de suas rotinas aos cuidados dos filhos com deficiência.
"Elas fazem história é um tema para reforçar o protagonismo da mulher, que pode estar onde quiser, com todos os seus direitos preservados. Também queremos homenagear as mães atípicas, que muitas vezes deixam de cuidar de si mesmas e de suas vidas pessoais para se dedicar aos cuidados dos filhos", afirma a coordenadora.
Bairros nesta matéria: Sagrada Família


