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Festival Coisa Nossa leva três dias de forró ao bairro União, em BH

Evento no Meu Bom Butiquim tem oficinas, palestras e bailes de 16 a 18 de outubro, com programação de encerramento na Casa Afluente.

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Festival Coisa Nossa leva três dias de forró ao bairro União, em BH
Imagem ilustrativa Na Savassi/IA

Belo Horizonte recebe entre os dias 16 e 18 de outubro o Festival Coisa Nossa, dedicado ao forró. A programação será realizada no Meu Bom Butiquim, na Rua Nelson, 25, bairro União, com oficinas de dança, palestras, mesas de debate e bailes ao som de sanfona, zabumba e triângulo. O encerramento, no domingo, acontece na Casa Afluente, sede do Ponto de Cultura Coisa Nossa.

Programação reúne 12 horas de atividades formativas e 14 horas de baile

Ao longo dos três dias, o festival soma 12 horas de atividades formativas e 14 horas de baile. A abertura, na sexta-feira, vai das 19h à meia-noite, com oficina e baile conduzidos por DJ e banda. No sábado, as oficinas de dança ocupam a manhã, das 9h às 12h, e a tarde, das 14h às 19h; à noite, das 19h à meia-noite, o baile tem DJ e música ao vivo. No domingo, as oficinas voltam das 9h às 12h, e a tardezinha dançante de encerramento vai das 14h às 18h.

Shows e discotecagem com artistas mineiros

Nas pistas, os shows ficam por conta do Black Trio e do Manacá da Serra, com discotecagem dos DJs Mirna Mara e Everton Felipe. Todos os artistas e professores são mineiros. As oficinas serão conduzidas por Erick Cruz, Atos e Sabrina, Bel Loyola, Katlyn Matos, Priscilla Rangel, Camila Paulucci, Babi Nogueira, Yan Carlos, Luiza Machado, Cássia Mésseder, Robertinha Bastos, Helô Ferreira, Rick Saint’More e Leo Diniz. As aulas abordam técnica, musicalidade, improvisação e conexão na dança a dois, e não exigem que o participante chegue acompanhado.

Evento celebra patrimônio e adota protocolo contra assédio

O festival celebra a presença do forró em Belo Horizonte e as raízes culturais do gênero, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A equipe de produção e o corpo docente são formados majoritariamente por mulheres, pessoas negras e pessoas LGBTQIA+. O evento adota um protocolo explícito contra assédio e discriminação: condutas machistas, racistas, homofóbicas ou preconceituosas levam à retirada do participante do local, com acionamento das autoridades quando cabível.

Os ingressos são a preços populares. Mais informações podem ser obtidas pelo Instagram @coisanossaescoladedanca.

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Bairros nesta matéria: União

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