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PolinizaBH leva experiência com abelhas nativas a seminário na UFMG

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PolinizaBH leva experiência com abelhas nativas a seminário na UFMG
Divulgação/SMMA

O programa PolinizaBH, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA), será apresentado no 1º Seminário de Meliponicultura e Agroecologia da Região Metropolitana e do Colar Metropolitano de Belo Horizonte (Semear), nos dias 6 e 7 de novembro, na Escola de Veterinária da UFMG, na Pampulha. A experiência será compartilhada pelo biólogo Thiago dos Santos, idealizador e coordenador do programa, que atua na Subsecretaria de Bem-Estar Animal (Subem), vinculada à SMMA.

Minicurso sobre abelhas e polinizadores

Thiago dos Santos vai ministrar o minicurso teórico-prático “Do ninho ao território: abelhas, plantas e saberes na construção de ambientes para polinizadores”, que abordará a integração entre meliponicultura, agroecologia e conservação da biodiversidade. A atividade propõe uma reflexão sobre as condições necessárias à manutenção das abelhas nativas nos diferentes ambientes, considerando a disponibilidade de recursos alimentares, locais adequados para nidificação e características dos territórios.

Os participantes também serão convidados a elaborar propostas de ambientes favoráveis aos polinizadores, integrando conhecimentos tradicionais e técnico-científicos e considerando diferentes realidades urbanas e rurais.

Programação e público do seminário

O Semear tem como proposta reunir pesquisadores, meliponicultores, agricultores, representantes de organizações comunitárias e pessoas interessadas na conservação das abelhas nativas sem ferrão e no desenvolvimento da agroecologia de diferentes regiões do país. A programação inclui palestras, mesas temáticas, rodas de conversa, minicursos e grupos de trabalho. Entre os temas previstos estão a relação entre meliponicultura e desenvolvimento territorial, a organização comunitária, os sistemas produtivos, a pesquisa científica, a comercialização e a geração de renda.

O que o PolinizaBH faz na capital

O PolinizaBH contribui para a proteção das espécies por meio da implantação e manutenção de meliponários, do incentivo à criação de ambientes favoráveis aos polinizadores e da realização de atividades educativas. Esses espaços também funcionam como ambientes de aprendizagem, permitindo que a população conheça a importância das abelhas nativas para a manutenção da biodiversidade e participe de atividades práticas, como oficinas de confecção de iscas para atração e captura não destrutiva de enxames de abelhas sem ferrão.

As atividades são desenvolvidas em diferentes espaços da capital, incluindo o Meliponário Biofábrica do Parque das Mangabeiras, o Centro de Educação Ambiental da Pampulha (CEA-Pampulha), o Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG e o Jardim Zoológico de Belo Horizonte. As ações, realizadas em espaços municipais e em parceria com outras instituições, contribuem para a conservação das espécies e para a valorização da polinização em parques, praças, jardins e outros ambientes urbanos.

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