Hospital Célio de Castro, no Barreiro, tem alta de 55% nas consultas ambulatoriais
Unidade registrou 3.039 consultas ambulatoriais em agosto, aumento de 55,45% sobre a média mensal do ano anterior

O Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro (HMDCC), administrado pela Prefeitura de BH no Barreiro, registrou 3.039 consultas ambulatoriais em agosto. O número representa aumento de 55,45% na comparação com a média mensal do ano anterior, que foi de 1.955.
Segundo a Prefeitura de BH, o crescimento significa mais vagas ofertadas para a rede de saúde pública da capital, mais cirurgias realizadas, maior acesso da população às consultas especializadas e maior giro de leitos para as internações clínicas.
Crescimento começou em março
O aumento no HMDCC foi constante a partir de março deste ano, com a meta no Planejamento Estratégico de elevar a capacidade produtiva em relação a 2025. Em agosto, os procedimentos e consultas com maior volume de atendimento no ambulatório foram ortopedia, cirurgia geral, anestesia cirúrgica e urologia.
“Os números são a tradução do compromisso, empenho e responsabilidade de todos do Hospital Célio de Castro em fortalecer a atenção à saúde em rede. São resultado de planejamento, propósito e trabalho integrado, mas, sobretudo, da dedicação de cada profissional que todos os dias faz acontecer e transforma compromisso em cuidado”, destaca a diretora executiva do Hospital Célio de Castro, Cristina Peixoto.
Estratégias para ampliar atendimentos
A primeira estratégia para o crescimento foi guiada por indicadores em tempo real obtidos por ferramentas como o BI (Business Intelligence). O acompanhamento diário permitiu identificar pontos de melhoria e agir na otimização de fluxos.
“Com base na análise diária das faltas de pacientes e do aproveitamento das agendas, passamos a agendar um pouco a mais de consultas. Isso garantiu o preenchimento de horários que antes ficavam ociosos, maximizando a capacidade operacional”, explica a coordenadora do ambulatório, Yara Costa.
Além disso, para absorver as maiores demandas da rede, foram organizados mutirões focados em primeiras consultas. As especialidades prioritárias foram urologia e proctologia. Yara ressalta que, para o fluxo de desospitalização, foi feita uma reorganização junto à linha de cuidado ao paciente clínico.
“Foram definidos novos critérios de encaminhamento para o ambulatório de egressos e a reestruturação da agenda. Essa medida impulsionou o volume de atendimentos, o que contribuiu diretamente para o giro de leitos hospitalares”, afirma.
Perfil do atendimento
O perfil do atendimento é predominantemente cirúrgico, o que significa que o paciente é atendido para avaliação e preparação para cirurgias, acompanhamento depois do procedimento cirúrgico, retirada de pontos, curativos e outros cuidados.
O ambulatório de egressos, no entanto, tem ganhado força e acompanha o paciente depois que ele recebe alta hospitalar da internação clínica. Nessas consultas, é feita avaliação de como está a recuperação do paciente e verificado o resultado do tratamento. Também é feito o acompanhamento de possíveis complicações, ajuste de medicamentos e ainda são realizados exames de acompanhamento.
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